<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><link>https://www.otowicz.com.br/Blog</link><title>Blog | Marcelo Otowicz</title><image><![CDATA[<url>https://t6.al/jIL8.svg</url>]]></image><description>Confira as últimas matérias publicadas.</description><language>pt-BR</language><item><title>Sal da Terra, Luz do Mundo</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Filosofia/Sal_da_Terra,_Luz_do_Mundo</link><description><![CDATA[E disse Jesus:<br/><br/>"Vós sois o sal da terra. <br/>Mas se o sal perder o seu sabor, com o que se há de temperar? <br/>Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens. <br/><br/>Vós sois a luz do mundo. <br/>Uma cidade edificada sobre um monte não pode ser escondida. <br/>Igualmente não se acende uma candeia para colocá-la debaixo de um cesto. <br/>Ao contrário, coloca-se no velador e, assim, ilumina a todos os que estão na casa. <br/>Assim deixai a vossa luz resplandecer diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus." <br/><br/>- Mateus 5:13-16 <br/> <br/>]]></description><category>Filosofia</category><pubDate>Sat, 17 Jun 2023 23:02:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1zuB.avif"></enclosure></item><item><title>O Terraço do Café à Noite</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Artes/O_Terraço_do_Café_à_Noite</link><description><![CDATA[Em certa fase de sua vida, quando Van Gogh sentia "uma terrível necessidade de religião", ele saia à noite para pintar as estrelas, e uma das pinturas célebres deste período é "Terraço do Café à Noite", de 1888.   <br/>    <br/>No quadro, vemos um céu aberto e azulado, repleto de estrelas salientes e quase surrealistas, contrastando com um modesto café francês e seus fregueses despreocupados em terra firme.   <br/>    <br/>Alheios a este céu noturno espetacular, tão misterioso quanto inacessível, os homens e as mulheres em tela seguem suas vidas modestas, ocupados com seus assuntos cotidianos (e até mesmo mundanos, talvez), circunscritos às limitações técnicas de sua época, ainda que felizes, em um ano de 1888 no qual quase ninguém poderia imaginar o século de guerras mundiais, bombas atômicas, conquistas espaciais, descobertas científicas, carros, aviões, celulares e computadores que viria em seguida.  <br/>   <br/>Tudo mudou 135 anos depois, em geral pra pior, mas duas coisas seguem iguais: a primeira é que as pessoas continuam a olhar para o futuro (e também para o céu) desprovidas de qualquer certeza, a segunda é que o café pintado por Van Gogh continua lá, no mesmo lugar, em Arles, com suas luzes acesas e seus fregueses distraídos, imprudentemente despreocupados, sem condições de saber o que o futuro reserva a todos nós.<br/>]]></description><category>Artes</category><pubDate>Tue, 13 Jun 2023 07:34:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1zqM.avif"></enclosure></item><item><title>O que o mundo tem a aprender com o Dr. Ben Carson</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Filosofia/O_que_o_mundo_tem_a_aprender_com_o_Dr._Ben_Carson</link><description><![CDATA[<br/>Ben Carson é um americano de origem humilde, nascido em Detroit, sua mãe era semianalfabeta e seu pai a traiu e se separou dela quando ele tinha 8 anos. Na infância, Ben sofria bullying e tirava as piores notas da turma na escola. Mesmo assim, ele acabou se tornando um dos melhores neurocirurgiões pediátricos do mundo.<br/> <br/> Ben Carson é um conservador, de direita, cristão, filantropo e defensor ferrenho do livre-mercado e dos valores ocidentais, tendo sido, inclusive, pré-candidato à Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano em 2016.<br/> <br/> O que torna especial a biografia do Ben Carson não é tanto a capacidade que ele teve de se superar, mas, sobretudo, os valores e as virtudes que ele cultivou ao longo do tempo e os resultados que ele obteve na vida graças a isso, dentre os quais alguns verdadeiros milagres operados em sala de cirurgia e várias contribuições para o avanço da medicina.<br/> <br/> Há um ditado popular que diz que a vida é feita de escolhas e escolher o que é certo e moral pode te levar muito mais longe do que você imagina. Isso funcionou para o Ben Carson: o pior aluno da turma pode se tornar o melhor neurocirurgião do mundo, pois não é uma questão de QI, é uma questão de retidão moral, fé e perseverança.]]></description><category>Filosofia</category><pubDate>Wed, 20 Jun 2018 03:41:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1kXP.avif"></enclosure></item><item><title>A turma “que não enchia uma Kombi“ cresceu</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Filosofia/A_turma_“que_não_enchia_uma_Kombi“_cresceu</link><description><![CDATA[Quando eu comecei, no início de 2010, a militar em prol do conservadorismo e da direita, me diziam que eu e meus colegas de militância éramos inexpressivos e nunca conseguiríamos, sequer, encher uma Kombi com pessoas de pensamento igual ao nosso. A esquerda, em especial, zombava de nós e até se recusava a dialogar conosco, por entender que não éramos dignos de atenção.<br/><br/> Hoje, passados mais de oito anos, essa turma que não enchia uma Kombi (e da qual eu tenho muito orgulho de fazer parte) já contabiliza mais de 35 milhões de apoiadores no Brasil, segundo as últimas pesquisas, e se prepara para lançar três candidatos à Presidência da República.<br/> Será que ainda dá pra zombar da nossa cara, se recusar a dialogar conosco e classificar nossas opiniões como indignas de nota? Vamos tirar a prova nos próximos meses.]]></description><category>Filosofia</category><pubDate>Fri, 11 May 2018 16:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Dredd, um autêntico filme de super-herói</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Cinema/Dredd,_um_autêntico_filme_de_super-herói</link><description><![CDATA[De todos os filmes de super-heróis lançados de 2010 pra cá, "Dredd” é, de longe, o melhor que assisti.<br/><br/>Primeiramente porque "Dredd” é um filme que rema contra a maré do Politicamente Correto: os personagens não estão maquiados o tempo todo, os cenários não são limpos e coloridos, há violência verdadeira, há palavras de baixo calão ditas de forma convincente e o elenco não é formado por atores "super stars”.<br/><br/>Não obstante, "Dredd” é um filme que não parece ter sofrido influência do progressismo, sendo, ao contrário, um filme de super-herói "à moda antiga”, que subscreve a verdadeira (e, hoje, quase abandonada) luta do bem contra o mal e que serve de bom exemplo especialmente para adolescentes em transição para a vida adulta - público bastante interessado e influenciado por este tipo de filme.<br/><br/>Não vou revelar spoilers relevantes, mas o herói do filme "Dredd” é um policial do futuro que tentará impedir que uma nova droga seja disseminada. Em outras palavras, a luta contra as drogas é um dos panos de fundo do filme e já aí se vê uma primeira afronta às ideias esquerdistas (e uma das razões por trás de várias críticas dirigidas ao longa).<br/><br/>Lembrem-se sempre: o relativismo moral, o Politicamente Correto, a licenciosidade em relação às drogas, ao terrorismo islâmico, ao socialismo, ao totalitarismo e à criminalidade são incompatíveis com boas histórias de super-heróis e, infelizmente, avançam a passos largos no mundo, insuflados pelo progressismo e pela esquerda hegemônicas no cinema e na mídia.<br/> <br/>Não à toa, as histórias de super-heróis mais recentes não aludem aos problemas reais da humanidade e os vilões são cada vez mais artificiais e fantasiosos (extraterrestres, seres mitológicos, cientistas malucos etc. já sem nenhum laço com o mundo real). E isso tudo pra não falar nos best-sellers recentes que trazem heróis lutando entre si.<br/><br/>Ironicamente, "Dredd” é um filme de ficção científica ambientado 120 anos no futuro e consegue ser mais realista do que seus concorrentes ambientados na atualidade. Pelo menos trata de um problema real e envereda pelo lado certo da história: o lado do bem.<br/><br/>Recomendo a todos os amigos que assistam "Dredd”. Este sim é um verdadeiro filme de super-herói.<br/>]]></description><category>Cinema</category><pubDate>Tue, 13 Jun 2017 09:22:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1kXX.avif"></enclosure></item><item><title>A polarização entre o PT e o PSDB é uma fraude</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Filosofia/A_polarização_entre_o_PT_e_o_PSDB_é_uma_fraude</link><description><![CDATA[<br/>Em 1978, Lula fez campanha para o FHC quando este concorreu para senador.<br/> Em 1989, o PSDB apoiou Lula contra Collor.<br/> Em 2001, um dos fundadores do PT tornou-se presidente do PSDB.<br/> Em 2005, o FHC foi contra o impeachment do Lula no caso do mensalão.<br/> Em 2014, o PSDB lançou o ex-motorista do Marighella como candidato à Vice Presidência da República.<br/> Em 2016, o PT e o PSDB se coligaram em 999 cidades.<br/> Em 2017, FHC foi testemunha de defesa do Lula na Lava Jato.<br/><br/> A polarização entre o PT e o PSDB é uma fraude. Eles são aliados programáticos e ideológicos e não inimigos. Brigam lá em cima, mas se abraçam aqui embaixo. Só não vê quem não quer.]]></description><category>Filosofia</category><pubDate>Wed, 24 May 2017 05:40:00 GMT</pubDate><enclosure type="image/avif" url="https://t6.al/1kXW.avif"></enclosure></item><item><title>Sobre o Politicamente Correto</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Filosofia/Sobre_o_Politicamente_Correto</link><description><![CDATA[O Politicamente Correto é um sistema de censura que, ao contrário do que muitos pensam, não versa sobre o conteúdo da mensagem e sim sobre o mensageiro. Em outras palavras, o teor de uma fala é mera desculpa para a censura e o que se usa como critério, de fato, é quem falou e quem saiu ofendido.<br/> <br/>Explico.<br/><br/>Todos podem falar o que quiser, desde que estejam no "grupo certo” ou subscreva as "ideias certas”: se é feminista pode proferir insultos machistas, se é de esquerda pode emitir opiniões fascistas, se é negro pode ter e exercer preconceito racial, se é mulher pode ofender os homens.<br/><br/>O Politicamente Correto, afinal, é a versão preconceituosa e piorada dos sistemas de censura tradicionais, pois pelo menos aqueles passavam com o rolo compressor sobre a sociedade inteira, com proibições horizontais (ninguém podia criticar o Regime, ninguém podia contradizer a imprensa oficial, e o "ninguém" dessas leis era "ninguém mesmo", não importando o sexo, a etnia, a classe social etc.).<br/> <br/>Na prática, o Politicamente Correto é um regime velado de privilégios baseado nas características físicas, crenças religiosas e posições ideológicas das pessoas.<br/> <br/>Pensem um pouco: o que pode ser pior que isso?<br/> <br/> <br/> <br/>]]></description><category>Filosofia</category><pubDate>Tue, 09 May 2017 04:34:00 GMT</pubDate></item><item><title>A Orientação a Objetos e os bancos de dados relacionais são incompatíveis</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Computação/A_Orientação_a_Objetos_e_os_bancos_de_dados_relacionais_são_incompatíveis</link><description><![CDATA[Não há como negar a importância dos bancos de dados relacionais. Eles foram, são e continuarão sendo largamente utilizados, continuam e continuarão sendo atualizados e há vasta literatura e conhecimento disponível (ou sendo produzido) a respeito deles. <br/><br/>Contudo, os bancos de dados relacionais não são compatíveis com a Orientação a Objetos e, portanto, não deveriam ser utilizados em projetos desenvolvidos sob este paradigma. O principal motivo para isso é simples: um Modelo Entidade-Relacionamento (MER) define as estruturas nas quais os dados serão guardados, bem como seus tipos, e, de certa forma, a grosso modo, representa a realidade tendo como critério os dados inerentes a esta realidade que interessam ao sistema; enquanto que, na boa Orientação a Objetos, quanto menos se pensar em dados melhor. <br/><br/>Outro disparate é em relação aos tipos de dados. Enquanto que, normalmente, os bancos de dados relacionais trabalham com tipos primitivos, na boa Orientação a Objetos o uso de tipos primitivos deve ser abolido. <br/><br/>Ademais, o resultado prático de se usar um banco de dados relacional de um lado e a Orientação a Objetos do outro é que, mesmo com os mais sofisticados ORMs, os dois lados tendem a se prejudicar mutuamente, com o MER influenciando no Diagrama de Classes e vice-versa – de modo a viciar, especialmente, o processo de abstração da Orientação a Objetos. <br/><br/>A solução intermediária (mas insuficiente) é utilizar um banco de dados objeto-relacional e a solução ideal é utilizar um banco de dados orientado a objetos.<br/>]]></description><category>Computação</category><pubDate>Tue, 03 Jan 2017 09:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Socialismo no Brasil</title><link>https://www.otowicz.com.br/Blog/Filosofia/Socialismo_no_Brasil</link><description><![CDATA[O socialismo pareceu cair em desgraça permanente junto com a União Soviética no início dos anos 90. No entanto, essa foi apenas uma crise passageira e agora, em pleno século XXI, a sociedade brasileira assiste, surpresa, ao crescimento da reencarnação do socialismo no país. Não obstante, todas as esquerdas de repente, também surpresas, vivenciam um cenário político no qual, a despeito das esperanças do povo e da opinião da maioria, praticamente não se faz oposição às suas ideias.<br/><br/>Somos, afinal, um país em risco. A hegemonia da esquerda nas classes falantes e a popularidade impressionante de seus porta vozes na política é um fenômeno tramado nos porões da democracia justamente por aqueles que querem destruir a democracia quando estiver ao seu alcance. Essa realidade proto-orwelliana de pensamento, propaganda e ativismo unilaterais coloca todas as direitas remanescentes na linha de tiro, pois são elas as opositoras a esse processo.<br/><br/>É verdade que nós fomos e continuaremos sendo convocados a votar, mas antes disso fomos deseducados a respeito do voto e, sobretudo, a respeito da política. Votar em quem trabalha bem e coloca a mão na massa, como a maioria sempre tenta fazer, está longe de ser o desafio fundamental, pois não existe política desprovida de ideologia e, assim sendo, se o político é competente e honesto tanto pior quando trabalha para o lado errado. De uma forma mais direta pode-se dizer que o povo brasileiro erra votando majoritariamente em pessoas e não em ideias, dai o porquê de comunistas, socialistas e social-democratas bons de voto discutirem hoje o futuro do país de costas para o povo e sem o menor compromisso com os anseios da população, que às vezes, cegos, acreditam representar.<br/><br/>O povo brasileiro não é comunista, nem socialista e nem social-democrata: é, pelo contrário, majoritariamente de direita. As pesquisas de opinião mostram isso de forma contundente e não é difícil tirar a prova, basta sair de casa para ver que o brasileiro é altruísta, tem ambição, quer ganhar dinheiro e não aceita que o Estado se intrometa em sua vida. Tanto é assim que nos últimos plebiscitos a opinião da direita prevaleceu: o comércio de armas de fogo não foi proibido e ainda somos um país presidencialista.<br/><br/>De fato, pouquíssimos países foram capazes de se curar da doença que acomete o Brasil e em cada um deles o processo foi turbulento. Portanto, se a geração nascida nos anos 80 e 90 (da qual eu faço parte) quer mesmo ter a chance de viver em um Brasil de Primeiro Mundo vai ter que ser corajosa o suficiente para mudar a face da política nacional e enfrentar as duras consequências que isso trará. Se tal atitude não for tomada, no entanto, não apenas seremos cada vez mais pobres e subdesenvolvidos, mas, sobretudo, menos livres, enquanto indivíduos e enquanto povo, e menos capazes de reverter o jogo, para não falar em outras consequências piores. De todo modo, independente de quem esteja vencendo no momento, essa é uma luta que está apenas começando e o que está em jogo é o futuro de todos nós.<br/>]]></description><category>Filosofia</category><pubDate>Mon, 05 May 2014 07:23:00 GMT</pubDate></item></channel></rss>